Carolina Serrano

  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano
  • carolina_serrano

Carolina Serrano (Funchal, 1994) reside e trabalha no concelho de Cascais. A sua prática artística desenvolve-se no campo da escultura e instalação. Fez a Licenciatura e o Mestrado em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, bem como uma Pós-graduação em Curadoria de Arte na NOVA-FCSH. Através do seu trabalho explora, entre outros, a dimensão temporal da escultura, como também a dualidade entre espaço interior e exterior e entre vazio e cheio. Interessa-lhe o “lugar” inacessível e, por isso, desconhecido, bem como a indefinição, a dúvida, da extensão desse “lugar”. Interessa-lhe também a possibilidade material da sombra, e a possibilidade de transubstanciação do objecto escultórico. Nos últimos anos tem vindo a trabalhar quase exclusivamente com parafina tingida de negro, pelas suas possibilidades plásticas, mas, acima de tudo, pelas possibilidades teórico-conceptuais que este material pode originar no campo da imaginação do observador. Algumas das exposições em que participou são a GRÃO Residência artística de Investigação na Antiga Capitania do Museu de Aveiro (2020); a XV Edição do Prémio de Pintura e Escultura de Sintra D. Fernando II , no MU.SA- Museu das Artes de Sintra (2020); Estoutro no Espaço Cultural das Mercês (2019); Cascais é a nossa terra no Forte de Santo António da Barra (2019); 5o Bienal Internacional de Arte de Espinho, no FACE/ Museu de Espinho (2019); I will take the risk, no Tomaz Hipólito Studio, Lisboa (2019); De fio a pavio, de uma ponta à outra , Alcântara, com curadoria e produção de Coletivo Tarimba (2018); Singular Pace na Zet Gallery, Braga (2018); Esta casa já deu luz , Casa Plástica (antigo edifício EDP), no âmbito do Festival A Porta, Leiria (2018), Inside/Outsideno Palácio do Marquês de Pombal, Oeiras (2015); entre outras.

_____________________________________________________

 

Carolina Serrano (Funchal, 1994) lives and works in Cascais. Her artistic practice develops in the field of sculpture and installation art. She made her BA and MA in Sculpture at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon as well as a post-graduation in Art Curatorship at NOVA- FCSH. Through her work the artist explores, among others, the temporal dimension of Sculpture, as well as the duality between interior and exterior and between full and empty space. She is interested in the concept of the restricted, inaccessible and therefore unknown“place”, and also in the uncertainty, the doubt, of the extent of that “place”.She is also interested in the possibility of the materialization of the shadow; and in the transsubstantial possibility of the sculptural object. In recent years she has been working almost exclusively with paraffin wax dyed black because of its plastic possibilities but, above all, by the theoretical and conceptual possibilities that this material can originate in the field of the observer’s imagination. Some of the ehxibitions that she has been apart of are GRÃO Residência artística de Investigação in the Former Captaincy of the Museum of Aveiro (2020); the XV Edition of the Sintra D.Fernando II Painting and Sculpture Award, at MU.SA- Museum of the Arts of Sintra (2020); Estoutro at Mercês Cultural Space (2019);Cascais é a nossa terra at the Santo António da Barra Fort (2019); 5th International Bienal of Art of Espinho, at FACE/ Espinho Museum (2019); I will take the risk, at Tomaz Hipólito Studio, Lisboa (2019); De fio a pavio, de uma ponta à outra, Alcântara, curated and produced by Coletivo Tarimba (2018); Singular Pace at Zet Gallery, Braga (2018); Esta casa já deu luz , Casa Plástica (old EDP building), at A Porta Festival, Leiria (2018), Inside/Outside at Marquês de Pombal Palace, Oeiras (2015); among others.