Miguelangelo Veiga

Miguelangelo Veiga (n. Lisboa 1974) licenciou-se em Pintura no ano de 2003 pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, frequentou em 2007 a Escola de Artes Visuais Maumaus. Desenvolve investigação no campo das artes visuais desde 2000, nomeadamente, nas vertentes de Desenho, Pintura, Instalação e Vídeo. Em 2002, realizou a primeira mostra coletiva com destaque público: “The opposite direction/ easily reversible”, na Galeria Zé dos Bois (ZDB) destacam-se as participações no Open studio/Residência “O Sítio das Artes”, promovido pelo Fórum Cultural – O Estado do Mundo no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (2007). Em 2010, foi selecionado pelos curadores da The Phillips Collection e do Katzen Arts Center American University Museum para representar Portugal na exposição “Loop: Contemporary Vídeo Art From the E.U.”, no National Portrait Gallery, em Washington D.C. Em 2013, integrou o programa de Projetos Associados da Trienal de Arquitectura de Lisboa – Close, Closer – com “Domino / Ready for the fall em Curating the Domestic – Images at Home”. É actualmente representado pela galeria Presença no Porto e pela Galeria Sete em Coimbra, integra diversas coleções públicas e privadas destacando-se; PLMJ (Portugal), Centro de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal), Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (Portugal), Al Maqam (colec. Mohamed Mourabiti, Marrocos), Fundação do Fórum de Assilah (Marrocos) e a colecção Al Asmakh International Art Collection (Qatar). Vive e trabalha em Lisboa.

Sobre a Pintura: vivê-la é como viver um tempo que não é nosso, um tempo que nos antecedeu e que inevitavelmente nos precederá, é o espaço de um optimismo latente, o espaço da transformação e da renovação. É como uma história que, à semelhança de todas as histórias que conhecemos, termina carregada com os vestígios do ciclo que lhe coube, sobrando apenas as marcas e as memórias seleccionadas por quem as conta.
Trata-se de uma investigação sem respostas e cheia de questões, uma investigação movida pelo impulso de tornar visível e pelo desejo do olhar. É o domínio da manifestação da Ideia e uma expressão de potencial liberdade e de poder.

Miguelangelo Veiga (born 1974) graduated in Painting in 2003 from the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, and attended in 2007 the School of Visual Arts Maumaus. He has been developing research in the field of visual arts since 2000, in particular in the areas of Drawing, Painting, Installation and Video. In 2002, he held the first collective exhibition with a public highlight: «The opposite direction / easily reversible», in Zé dos Bois Gallery (ZDB), the participation in the Open studio / Residence «O Sítio das Artes» promoted by the Cultural Forum – The State of the World at the Modern Art Center of the Calouste Gulbenkian Foundation (2007). In 2010, he was selected by the curators of The Phillips Collection and the Katzen Arts Center American University Museum to represent Portugal at the «Loop: Contemporary Video Art From the EU» exhibition at the National Portrait Gallery in Washington DC. In 2013, he joined the Associated Projects program of the Lisbon Architecture Triennale – Close, Closer – with «Domino / Ready for the Fall in Curating the Domestic – Images at Home». It is currently represented by the Galeria Presença in Oporto and by Galeria Sete in Coimbra, integrating several public and private collections: PLMJ (Portugal), Center of Fine Arts of Coimbra (Portugal), Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon (Portugal), Al Maqam (Mohamed Mourabiti collection, Morocco), Assilah Forum Foundation (Morocco) Asmakh International Art Collection (Qatar). He lives and works in Lisbon.

About Painting: living it is like living a time that is not ours, a time that preceded us and that will inevitably precede us, is the space of a latent optimism, the space of transformation and renewal. It is like a story that, like all the stories we know, ends up loaded with the vestiges of the cycle that was left to it, leaving only the marks and memories selected by the accountant.
It is an unanswered and full-blown investigation, an investigation moved by the drift to make it visible and by the desire of the look. It is the domain of the manifestation of the Idea and an expression of potential freedom and power.

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