Rodrigo Rosa

Rodrigo Rosa ( 10/10/1997 ) é um artista contemporâneo português, natural de Tavira. Tendo frequentado entre 2016 e 2018 a licenciatura em Artes Visuais da Universidade do Algarve, consagra na sua prática artística uma relevante parte da herança intelectual dos seus tutores e mentores, entre eles, Rui Sanches, Pedro Cabral Santo e Xana.

A sua visão melancólica da paisagem urbana, e a sua eternamente inerente efemeridade, são os principais alicerces da sua investigação artística, apoderando-se de elementos da mesma e empregando materiais industriais para questionar o seu próprio gesto e registo pictórico. Deste modo, o seu trabalho esforça-se para traduzir visualmente conceitos de verticalidade, imponência, austeridade e frieza – desdobrando-se e fluindo de forma poética e harmoniosa entre vários médiuns, tendencialmente apresentando um estilo sóbrio de natureza minimalista. No entanto, esta mesma natureza minimalista, o it is what it is, atribui ao observador um papel de destaque na formulação e atribuição de significados mediante o contexto do objeto artístico, a experiencia estética torna-se um jogo de back and forth entre a obra e o observador.

______________________________________________________________________

Rodrigo Rosa (D.o.B. 10 October 1997) is a contemporary artist, currently completing the final year of his degree in Visual Arts at the University of the Algarve. His work is strongly influenced by the intellectual heritage of his teachers and mentors, who include some of the most significant artists working in Portugal over the past 30 years, such as Rui Sanches, Xana and Pedro Cabral Santo.

The visual images that Rodrigo creates are often spontaneous, impulsive and even obsessive productions, sourced from his subconscious. Drawing on an aesthetic that is cold, sober and even austere, calling to mind a stripped-down Nordic style, he succeeds in producing individualist works imbued with a distinctive character. His body of work unfurls and flows easily among a variety of expositional media, oscillating harmoniously – poetically even – between a minimalist register and pure abstractionism.